MWM MWMW MWM MWMWMW, 15 de Fevereiro
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O Aeroporto Internacional de São Paulo, localizado em Guarulhos, precisou interromper suas operações por aproximadamente três horas após a identificação de sobrevoo de drones nas proximidades da área de pousos e decolagens. A situação provocou um efeito em cadeia no sistema aéreo nacional, com pelo menos 32 voos sendo desviados para outros aeroportos do país, gerando atrasos e alterações em diversas rotas. O episódio ocorreu em um domingo de grande movimento, típico do período de carnaval, ampliando os transtornos para passageiros que estavam em deslocamento ou aguardando familiares e amigos no terminal internacional. No saguão de desembarque, a movimentação e a incerteza aumentaram ao longo do dia, com painéis de voos sendo constantemente atualizados e registrando atrasos e mudanças de destino.



Durante o período de interdição, a pista do aeroporto foi fechada por volta das 16 horas, após a suspeita de que ao menos oito drones estariam sobrevoando a região de forma irregular. Diante da ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para reforçar o patrulhamento terrestre, enquanto um helicóptero da corporação realizou rondas aéreas para tentar identificar os equipamentos. Após as ações de segurança, os drones deixaram a área, permitindo a retomada gradual das operações. A Agência Nacional de Aviação Civil informou que os voos afetados foram redirecionados para aeroportos como Campinas, Rio de Janeiro e outras cidades, o que impactou diretamente a logística de chegada de passageiros de diferentes partes do mundo.

O impacto da paralisação foi sentido de forma intensa pelos passageiros, que relataram longas horas de espera, filas e incerteza sobre a continuidade das viagens. Muitos relataram prejuízos financeiros e pessoais, como perda de reservas de hotéis, veículos alugados e compromissos profissionais previamente agendados. Casos de voos vindos de países como Austrália, Dubai e Estados Unidos foram desviados, obrigando os passageiros a permanecerem em outras cidades antes de seguirem viagem. Autoridades aeroportuárias e companhias aéreas lamentaram o ocorrido e informaram que medidas foram adotadas para normalizar as operações ainda no mesmo dia. A ANAC reforçou que o uso de drones em áreas próximas a aeroportos é proibido por lei, sendo considerado crime, e destacou a necessidade de investigação para responsabilização dos envolvidos, devido aos riscos à segurança da aviação e aos prejuízos causados aos passageiros e ao sistema aéreo.